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Segundo o último levantamento de preços feito pelo portal de busca de imóveis Properati.com.br, o preço médio atual do metro quadrado de São Paulo (R$ 8.028) é 34% mais caro que o valor médio do metro quadrado dos imóveis localizados no bairro de Vila Prudente (R$5.988). Localizado na zona leste de São Paulo, o bairro é considerado um dos que tiveram maior ascensão em São Paulo no últimos anos, sendo hoje conhecido por ser uma região residencial tranquila.

Em agosto de 2013, o preço médio do metro quadrado no bairro Vila Prudente era de R$ 5.602. Quatro anos depois, esse valor subiu para R$5.988, o que representa uma valorização de 6,8%.

O maior valor médio do metro quadrado registrado nos últimos quatro anos na região aconteceu em junho de 2015, quando o preço era de R$ 6.240. Em contrapartida, o menor valor já registrado aconteceu em outubro de 2013, quando o metro quadrado do bairro Vila Prudente custava, em média, R$ 5.131.

Confira a seguir o histórico de preços da região de Vila Prudente e a comparação entre os valores registrados no bairro e na capital paulista:

Durante o período avaliado, a variação do preço no bairro quase sempre estável, principalmente a partir de novembro de 2014, com poucas variações significativas.

Crescimento

Embora o bairro de Vila Prudente tenha valorizado nos últimos quatro anos, a região em que ele está não tem crescido muito. Nos últimos dez anos, segundo um levantamento feito pelo portal de busca de imóveis Properati.com.br, o número de novas edificações construídas no distrito Vila Prudente foi de apenas 184 unidades.

Isso faz com que o bairro da zona leste ocupe a 13ª posição no ranking dos distritos que mais cresceram em função de novas obras na última década. A avaliação melhora quando é calculada a relação entre o número de novas construções e a área dos distritos. Nessa conta, o distrito Vila Prudente sobe para a 8ª posição.

A pesquisa da Properati.com.br sobre o número de obras realizadas é feita com base nos mais de 40 mil alvarás emitidos pela cidade de São Paulo nos últimos dez anos. Para verificar o estudo completo, é só clicar aqui.